sábado, 5 de março de 2011

VERSOS LIVRES # 32 -SÉTIMA PARTE

No post de hoje, mais alguns poemas que foram publicados no fanzine Versos Livres # 32 .  Confiram os trabalhos de  Kleide Keite ,Tânia Urbano , Antonio Pereira Mello,Mário Quintana e Marina Martinez . 

VERSOS 32

CÉU ESCURO
Kleide Keite

Do céu escuro
caem lágrimas tristonhas
As folhas despreendem -se ;
levadas pelo vento
do frio outonal n'alma

A baiana Kleide é editora de alguns fanzines, dentro da estética dark , como Too Late, Algoz e outros.  Outras poesias dela podem ser conferidas no site Sombrias Escrituras. http://www.sombriasescrituras.net/page_81.html

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SONHAR
Tânia Urbano

Sonhar em vão?
A arte não se faz com sonhos
Arte se faz
porque ao sonhar se realiza
Não se planeja
Não se preescreve
Não avisa.

Extraído do excelente fanzine  "Esclerose", coordenado por  Celso Antonio . Saiba mais sobre o Esclerose e sobre outros ótimos fanzines no Radar Zinético . http://fotolog.terra.com.br/khneira:80

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MORDIDA DE AMOR
Antonio Pereira Mello

Amor e paixão
une os amantes
e a todos os instantes 
vibram com fervor.
Traduzindo desejos
Entre abraços e beijos 
e mordidas de amor.

O Amor e paixão
Paixão e carícias
Perde-se o juízo
Ternura e calor.
Mordidas de amor
Leva-nos ao paraíso.

Amor e carinhos
Paixão e ternura
Que doce ventura
Sentimento tão terno
Não existe temor
Só mordidas de amor
É nosso amor eterno

Antonio é da cidade de Santa Maria, RS. Ele e seu irmão Paulo sempre me escrevem, enviando poemas, informações e jornais.

solidao

RECORDO AINDA
Mario Quintana

Recordo ainda... E nada mais me importa...
Aqueles tempos de uma luz tão mansa
Que me deixavam sempre de lembrança
Algum brinquedo novo à minha porta

Mas veio um vento de desesperança
Soprando cinzas pela noite morta
E eu pendurei na galharia torta
Todos meus brinquedos de criança...

Estrada afora após segui... Mas, ai,
Embora idade e sento eu apresente
Não vos iluda o velho que aqui vai:

Eu quero meus brinquedos novamente
Sou um pobre menino, acreditai,
Que envelheceu, um dia, de repente...

Confira outros poemas do Quintana e outros bons poetas em
http://minhaspoesiaspreferidas.blogger.com.br/

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INVERNO
MARINA MARTlNEZ

CHUVA. FRIO. VENTO.
DA POLTRONA, RECOSTADA,
CONTROLE REMOTO NA MÃO, BUSCO,
NAS IMAGENS DA TV, ALGUM FILME
INTERESSANTE. OS CANAIS PASSAM,
DESPERCEBIDOS, E AS CENAS,
EMBORA NÃO SENDO DO MESMO
FILME, GRUDAM-SE NUMA COLCHA
FRACIONADA,RETALHOS PRETO E
BRANCO OU COLORIDOS, TRABALHO
ARTESANAL E ALEATÓRIO, QUE
BUSCA REAQUECER, NUMA FRIA
MADRUGADA, PENSAMENTOS HÁ
MUITO TEMPO BANIDOS.

IN :  RSLETRAS .. EDITOR: DR. ANTÓNIO SOARES - RUA PLÁCIDO DE CASTRO, 154 PORTO ALEGRE - RS - 90.650-070 )

sábado, 26 de fevereiro de 2011

VERSOS LIVRES # 32 - SEXTA PARTE

No post de hoje,  Marina Bruna , Deusdedit Rocha , Laercio Zaramela , Cecília Meireles e Amâncio Netto , publicados na edição nº 32, do fanzine Versos Livres. 

VERSOS 32

TROVA
Marina Bruna

Tu chegavas e eu ouvia
o trem, em tons comoventes,
tocar canções de alegria
no teclado dos dormentes...

poema extraído do jornal  O Fanal, Rua Álvares Machado, 22 - 1° - São Paulo SP - 01503.000. Saiba mais sobre a trovadora Marina Bruna em http://www.falandodetrova.com.br/site/livrodemarinabruna

.

TROVA
Deusdedit Rocha

Nossa amizade é bem mais
do que um convívio qualquer,
porque transcende os umbrais
do mal que alguém nos fizer

Deusdedit Rocha integra a União Brasileira de Trovadores - Seção Fortaleza e edita o jornal alternativo Meya Palavra. Mais informações em 
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=920574

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A VIDA E A FLOR
Laercio Zaramela

Desfalece a inebriante
Flor
Que ao calor fenece
Exalando o seu olor.
Fenece a vida
No decorrer de escaladas íngremes
De ribanceiras difíceis e inimigas...
-Expressões de vidas-
Que pouco dizem ou nada dizem.
Que nesse pequeno espaço selam vidas
No gesto insignificante de afagar de mãos.
Mãos calejadas do calor do sol
Abrasadas e aflitas
Necessitadas de consolação humana.

O amigo Laércio é um atuante colaborador do Versos Livres.

saudade

VALSA
Cecília Meireles

Fez tanto luar que eu pensei em teus olhos antigos
e nas tuas antigas palavras.
O vento trouxe de longe tantos lugares
em que estivemos que tornei a viver contigo enquanto
o vento passava.
Houve uma noite que cintilou sobre o teu rosto
e modelou tua voz entre as algas.
Eu moro, desde então, nas pedras frias
que o céu protege
e estudo apenas o ar e as águas.
Coitado de quem pôs sua esperança
nas praias fora do mundo...
- Os ares fogem, viram-se as água,
mesmo as pedras, com o tempo, mudam.

Do livro "Viagem", de   1.938

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O CORTE
Amâncio Netto

o sangue escorre:
O corpo
e sua caligrafia
derramada

Amãncio é de Vila Velha IV - Fortaleza  CE . Edita o excelente zine  "O Céu do Arco  Íris Tem Cor de Nada"

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CORRESPONDENCIAS RECEBIDAS

O post de hoje é sobre as correspondências enviadas para o fanzine Versos Livres. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer também aos emails e comentários recebidos
Meu muito obrigado pelos comentários dos amigos
.  ..
Sérgio Filho ,José María Souza Costa ,Flávio Antunes Soares ,Silvio Afonso, Cathiato e Lucidreira
Vocês saberão mais sobre eles, visitando seus blogs. Todos estão linkados ao meu
-
Agradeço igualmente  pelos emails de incentivo de Zaira Cantarelli, Walmor Dario, Wellington de Souza, Teresinka Pereira, Rogério Salgado, Silvana Félix Vianna ,Laércio Zaramelli, Jacy Poeta, Helvio Lima, Harley Meirelles,  Eliana W.  Alyanak, , Cícero Pedro de Assis, Carlos Roberto de Souza, APPERJ,Roberto Del Secchi, Almir de Carvalho , Adélia Einsfeldt, Adão Wons e outros, que porventura eu esqueci de mencionar.
-
Entre as várias correspondências recebidas, estão as de
Arlindo Nóbrega , que me enviou uma edição do seu jornal Literarte-SP e
do Jornal da Febac.
No editorial do Literarte, Arlindo escreve sobre as dificuldades de se
editar um jornal alternativo. Diz ele : "mil projetos no papel e quase nada
na prática".
Na coluna O Médico da Família, o Dr Ary Papa Sguillar escreve sobre
Climatério e Menopausa.
Essa edição do Literarte, tem ainda reportagens sobre música sertaneja
raiz e a Casa do Violeiro do Brasil, livros recebidos e concursos literários .
Tem ainda  colunas fixas como  Falar e Escrever e Conhecimentos Gerais. Na coluna Tribuna da Fé, o Dr Valdemar Matos, fala sobre Chico Xavier.
Além de diversas informações diversificadas , o Literarte publica poemas
de novos e novíssimos poetas. O endereço para correspondência do
Literarte é Rua Rego Barros, 316, São Paulo, SP, Cep 03460.000.  De sua edição nº 286 :

TROVA
Joamir Medeiros

Mesmo no ocaso da vida
nunca perde a juventude,
quem conserva colorida
a velhice em plenitude !
-
Da cidade do Rio de Janeiro, recebi, do amigo Osael de Carvalho um exemplar da folha literária "O Literário", que circula ininterruptamente por mais de 20 anos, sempre com poemas curtos, algumas ilustrações e frases. Contato : Caixa Postal 8109, Rio de Janeiro, RJ, Cep 21032.970 . Confira um desses poemas :

TROVA
Humberto Del Maestro

Passaste na minha vida
entre esquivanças vaidosas,
como chuva distraída
sobre um canteiro de rosas
-
Genildo F. da  Silva  nos envia o jornal A Voz, publicação bimestral de incentivo à cultura. O exemplar que recebemos traz um artigo de Reis de Souza, sobre a corrupção no Brasil , um outro de Valfredo Melo e Souza sobre o nazismo, a coluna de Thereza Freire Vieira sobre geriatria e uma reportagem muito bem feita sobre a cidade de Pesqueira, PE.
Traz ainda um outro artigo de Valfredo sobre astronomia.
Geraldo Hamilton de Menezes, do RJ, escreve sobre o Carnaval. O jornal tem ainda um pequeno texto de humor, de Antonio Fernando de Andrade, além de poemas,de várias estados do país.
Endereço para correspondência : Av Dr José Rufino, 3625, Teijipió,
Recife, PE, Cep 50930.000, jornal_avoz1@ig.com.br .
Da sua edição 111, destaco esse trecho de um poema :

OUTONO
Larí Franceschetto

Fim de tarde virá
mover sinos
Porque Deus, sei..
Mãos maduras põem
no andar das horas,
Calçadas acarpetadas
de amareladas folhas.
São danças de ir embora
sob um sol de maio.
-
Recebemos ainda o jornal O Patusco, enviado por João Batista Serra, Caixa Postal 95, Caucaia, CE, Cep 61600.970 e o jornal cultural Mensageiro, editado por Arthur Filho, Rua Espírito Santo, 232/02., Porto Alegre, RS, cep 90010.370, dos quais trataremos mais tarde,
detalhadamente.
-
Agradeço de coração a todos, pelo intercâmbio enriquecedor.
Paz e poesia !! .

sábado, 19 de fevereiro de 2011

VERSOS LIVRES # 32 - QUINTA PARTE

 

No post de hoje, poemas de  Ivone Vebber , Vinícius de Moraes ,Analice Feitoza de Lima , Osael de Carvalho , Eno Theodoro Wanke , Henny Kropf , publicados na edição nº 32, do fanzine Versos Livres. 

VERSOS 32

OVO
Ivone Vebber

O Ovo
é a inconsciência
da galinha
o pinto a revelação

Ivone Vebber é importante dentro da cena alternativa. Editora da publicação Entre Amigos e colaboradora de diversos jornais e revistas. Ivone é Caxias do Sul, RS.  Saiba mais em http://blog.clickgratis.com.br/bigrendaextra

.

FRAGMENTO
Vinícius de Moraes

Com as lágrimas do tempo
E o cal do meu dia;
eu fiz o cimento da minha
poesia

http://www.víníciusdemoraes.com.br

.

TROVA
Analice Feitoza de Lima

Nos recantos mais diversos
eu sinto um prazer profundo
De poder deixar meus versos
Espalhados pelo mundo

Entre outras atividades literárias, Analice é diretora de redação do jornal Fanal, orgão de divulgação da Casa do Poeta "Lampião de Gás". Pertence à diretoria da FEBAC, Federação Brasileira de Alternativos Culturais, onde coordenou o Concurso de Trovas. Saiba mais em http://casadopoeta-lampiaodegas.blogspot.com/

.

TROVA
PERDO_~1
Osael de Carvalho

Me ofereças teu perdão
Minha alma em ti confia
Ouve minha oração
Me dá calor e alegria

Osael é de  Bonsucesso, Rio de Janeiro . Edita a folha literária O Literário , uma das mais antigas da cena alternativa. Veja outros poemas dele em  http://www.revista.agulha.nom.br/1osael.html

.

TROVA
Eno Theodoro Wanke

Segue o rio peregrino
como nós, em seu andar
pelos vales do destino,
buscando a morte no mar !

Essa trova foi extraída da publicação  " O Jornalzinho - Postal Clube" , editado por Araci Barreto .Eno Theodoro Wanke foi trovador, contista, historiador, e um dos mais ardentes divulgadores da trova no Brasil, Mais informações sobre ele podem ser encontradas em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=7644&cat=Ensaios .

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TROVA
Henny Kropf

Juventude, um ser sorrindo
entrelaçado ao amor,
é como um botão abrindo
ao desabrochar a flor

A poetisa Henny é de  Cantagalo . RS , a terra de Euclides da Cunha. Henny edita a publicação Poenísia, e também é uma importante divulgadora de trovas.  Saiba mais  sobre sua partipação no Projeto Euclides da Cunha  100 anos em    http://www.projetoeuclides.iltc.br/index.php?page=conteudo&conteudo=impre_clipping_impressa

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

IMPRENSA ALTERNATIVA

No post de hoje, trago mais uma vez, uma publicação da cena alternativa. Dessa vez, trata-se do excelente zine " O Céu Do Arco-Íris Tem Cor De Nada " .

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O zine poético é editado por Amâncio Netto, contato : nettobyron@yahoo.com.br , Rua Raimundo Cunha, 1544, Vila Velha IV,  Fortaleza, CE, Cep 60345.151

O " Céu do Arco- Íris..." é composto basicamente por poemas de Amâncio Netto. A ilustração da capa é do próprio Amâncio.

Apoio de Banca Cultural Flor  de Emaus e de Fanzine Onde Os Heróis Se Encontram.

Confira, a seguir, alguns poemas do zine :

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VARANDA BRANCA
Amâncio Netto

Parada
para os lados
esbravejando cor nenhuma
fugia em verso
algum canto
um foco de época
que não fez lenda
do umbigo ao lábio
o atraso do olhar
na varanda

-

OS FICANTES
Amâncio Netto

O encontro foi repentino.
Depois se olharam
por engano.

-

CADA INSTANTE
Amâncio Netto

Cada
Instante
absorve tudo
em seu eterno
Início.

-
DELÍRIO
Amâncio Netto

"Ela me olha como alguém de peixes
quando estou triste "
( Kurt Cobain)

Tua febre
me traz delírios
quando tua face rubra
me diz gestos e sangue
e te aproximo do meu horizonte
que é azul e se cumpre

Eu espero o teu abraço.

Meu desejo um tanto infame
se espreme nas tuas decidas.

Agora passivo.

Verticalmente você me fundiu
e nos olhamos frouxos.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

LIVROS RECEBIDOS

Dando um tempo no conteúdo da edição 32 do fanzine, o post de hoje é, mais uma vez, sobre um dos livros enviados para a nossa redação. Trata-se do livro  "Talvez Crônicas", de Glenda Maier.

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O livro é composto de uma seleção de crônicas publicadas em diversos jornais comunitários, boletins, alternativos culturais e jornais de vários estados do País.

Na orelha do livro, a autora agradece aos editores das publicações que aceitaram suas crônicas

O livro foi editado por Artur Moura, Greenpoint Editora, www.portalem foco.com.br. , com capa de Fred Spektor

A diagramação é de Glenda Maier e a revisão de Márcia Leite.
Impressão : Gráfica Via 7

A apresentação do livro é feita por Luís Alexandre Igayara

Mais  informações  sobre a autora estão no blog do amigo Selmo Vasconcelos :  http://antologiamomentoliterocultural.blogspot.com/2009/11/glenda-maier-entrevista.html

Confira , a seguir, uma das crônicas do livro :

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A FADA ZOMBETEIRA
Glenda Maier

E no estranho sonho, a Cinderela de vestido cor de rosa, transforma-se numa acrobata  e, num inacreditável salto mortal poético, alcança o solo como se fosse zombeteira cascata de flores.
O mundo dos sonhos, fascinação perpétua da curiosidade humana. Tantas teorias. Tantas explicações. Outro tanto de superstição. E o fascínio continua com perguntas sem respostas. Os sonhos vêm do céu? Do inferno? Do sistema nervoso? Do inconsciente? São mensageiros? Talvez... avisos?
Maluquices?..8ei lá! São fantásticos!
Se vocês tivessem visto a zombeteira cascata de flores que eu vi! Morram de inveja. Foi lindo. Se nos sonhos existe a possibilidade de acrobáticas cascatas de flores poéticas, recuso-me a acreditar na impossibilidade de vê-las no mundo real.
Talvez o grande problema de nosso mundo atual seja a quantidade de pesadelos. De repente, tem muita gente dormindo de barriga cheia, ou vazia, tendo pesadelos horríveis, e trazendo os mesmos para a realidade.
Talvez outro grande problema seja o grupo que sonha bonito, mas acha que é só sonho, e nem se preocupa em torná-lo real.
Talvez, pior do que os dois primeiros, seja a enorme multidão daqueles que não têm pesadelos, nem sonhos! Que aridez! Que vida insípida!
Depois do sonho de hoje, quero mais é viver poética e acrobaticamente esta zombeteira cascata de flores. Serei ainda mais audaciosa: quero deixar de lado a zombaria e tornar-me sorridente.
E quem achar que sou apenas" uma poeta, coitada!", para estes ofereço uma risadinha zombeteira e, num salto mortal, colocarei uma saltitante flor em seus corações...
Boa noite. Vou sonhar outra vez.
(Gazeta de Jacarepaguá - Dezembro 97)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

VERSOS LIVRES # 32 - QUARTA PARTE

Mais alguns poemas do fanzine Versos Livres, edição 32 . Dessa vez, trovas e pequenos poemas de  Arlindo Nóbrega, Wellington de Melo Araújo ,João Batista Serra ,Arthur Filho  e  Débora Novaes de Castro .

VERSOS 32

TROVA
Arlindo Nóbrega

De pop a celebridade
sua majestade, o rei,
Michael Jackson, na verdade
para sempre lembrarei

O amigo Arlindo é também presidente da Febac, Federação Brasileira de Alternativos Culturais e editor do jornal cultural  "Literarte - SP ", um dos mais antigos do país . Confira :  http://jornalliterarte.blogspot.com/
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NATAL
Wellington de Melo Araújo

Natal ,para mim, é todo dia.
Natal é onde existe Paz,
Amor e harmonia

(Extraído do  jornal A Voz - Av Dr José Rufino, 3625- Teijipió - Recife - PE 0930.000)
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TROVA
João Batista Serra

Sempre o que mais me conforta
é cair nos braços dela
Entra o prazer pela porta
e a dor sai pela janela

João é editor do jornal O Patusco, editado em  Caucaia ,CE  

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O PINTOR E A MUSA
Arthur Filho

o pintor ousado
não inspira-se na bela musa.
Ele a possui

O amigo Arthur é de Porto Alegre, RS. Além de escritor, Arthur mantém a editora Opção 2, e edita o jornal "O Mensageiro" . Arthur também é desenhista e roteirista de histórias em quadrinhos . Confira aqui a sua entrevista à Tony Fernandes :  http://tonyfernandespegasus.blogspot.com/2010/10/arthur-filho-o-homem-que-ousou-resgatar.html
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TROVA
Débora Novaes de Castro

Nas planícies multicores,
flores de sol amarelas,
onde insetos, beija-flores
disputam reinos por elas

(Extraído do jornal "A Voz da Poesia" , São Paulo, SP )