POEMAS, CONTOS, INTERCÂMBIO CULTURAL. O CONTEÚDO DE TODAS AS EDIÇÕES DO FANZINE VERSOS LIVRES.
domingo, 26 de abril de 2015
Eu não duvido do poder da música
“Eu não duvido do poder da música. Em um dia preto e branco ela me colore. Em um momento de tristeza ela traz de volta um meio sorriso. Em uma situação delicada ela me socorre.” Clarissa Corrêa.
Ilustração: Don Pulver
sábado, 18 de abril de 2015
À FLOR DA PELE
Às vezes, não há tempo de pensar nas consequências.
Não sou uma mulher sem emoções.
Quando desejo você,com intensidade, beijo com carinho, sufoco, com jeitinho, não dá nem prá sussurrar.
E quando você me endereça aquele olhar apaixonado;
é respirar fundo..... e deixar rolar !
Cecília Fidellí
do livro "Ponto de Vista", edição independente
Saiba mais sobre a saudosa C.F. em http://fetozine.blogspot.com/2011/07/cecilia-fidelli.html
quarta-feira, 15 de abril de 2015
FESTIVAL DE POESIA FALADA DO RIO DE JANEIRO
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Macacos e Monstros
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Canção do Amor Imprevisto
Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos…
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita…
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos.
( Mario Quintana )
Ilustração: Sérgio Astral
segunda-feira, 30 de março de 2015
A PRIMEIRA ANTOLOGIA
Explica-se,assim, o aparecimento, no século XIX, de grande número de antologias, dentre as quais se podem apontar, como mais importantes, as de Pereira da Silva, Francisco Adolfo Varnhagem e Melo Morais Filho.
Com o desenvolvimento, a partir do fim do século XIX, do ensino médio brasileiro, surgiram as antologias escolares.
Januário da Cunha Barbosa foi presbítero no ano da chegada da família real portuguesa ao Brasil; lecionou filosofia moral e racional em 1814; foi Cônego na Capela Imperial em 1824 e deputado pelo Rio de Janeiro em 1826; diretor da tipografia nacional e do diário fluminense; partidário e defensor de D. Pedro I.
A partir de 1835, deixou a política para destinar-se às atividades intelectuais; lutou por conquistas democráticas. Em 1839, foi diretor da Biblioteca Nacional. E fundou, em 1838, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
( fonte: Dicionário de Literatura, direção de Jacinto do Prado Coelho, 1979, Figueirinhas, Porto, Lavra Livros Ltda)
sábado, 14 de março de 2015
FILHOS DA ÉPOCA
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
INTERCÂMBIO
ODE A COPA DO MUNDO NO BRASIL
Paulo Silva
Lágrimas de um povo
Os de baixo da pirâmide
Na longa sombra da ganância
Esconde a mutilação da vida
(Anigav/Sujeira - povo boliviano ferve! – como eles
dizem e pixam pelas ruas: Fuzil, metralha, o povo não
se cala!)
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ODE A ÚLTIMA SEMENTE
Paulo Silva
Na plantação de jaz
Os pássaros constroem chips para controle Uno
As abelhas arrumaram emprego em fabricas de ondas
curtas
Os beija-flores vendem flores nas esquinas da vida
A semente brota
Tatuada em seu caule
Prazo de validade
(Anigav – Boicote a Monsanto – Kem controla a
comida controla tudo)
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ODE A KEM CONTROLA A COMIDA
CONTROLA TUDO
Paulo Silva
Ao passar pela plantação
Indo em direção
A busca dos cindo As
A pekena pombinha
Mudou seu curso
Pois o semeador semeava
Veneno ao invés de alimento.
(Anigav – Viva o alimento orgânico)
Paulo Silva
poemas extraídos do livreto Floresta no Asfalto
dadazdawa@hotmail.com;
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Nélida
"..a gloriazinha fácil não me interessa, essa glória atada com esparadrapos ou arames farpados. Minha obra não tem preço: eu acredito noutro tipo de investimento, que não se paga. Acredito na função social do escritor e é essa crença que sustenta sete ou oito versões do meu texto, o meu alimento diário.
Sou muito ambiciosa, tenho a propriedade de fazer mil combinações verbais. Luto com a palavra, e eu sei que ela é transitória. Quando não consigo a definitiva, quando não tenho outra saída, outra paixão, então eu compreendo que aquela palavra terá que ficar.
Só despacho o texto quando sinto que o dominei temporariamente, quanto sinto uma coisa muito profunda dentro de mim. Eu não me deixo sucumbir pela tentação..." (Nélida Piñon, em entrevista a Norma Couri, revista Escrita, nº 4)
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
POEMAS DE SONIA PALLONE
"...Eu Te Amo Tudo... Amo até, que doidice, o teu desamor.
Esse esfacelamento que cada ausência tua fez de mim...
Essas ausências estão contigo, são pedaços meus, esmagados
em ti como feridas..."
Sonia Pallone
Confira mais poemas da poetisa Soni@Pallone em http://solidaodealma2.blogspot.com.br e em
https://www.facebook.com/encantodaspalavras
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CENÁRIOS
"...Aos poucos, todos os cenários se fecham...
Paisagens desmaiam seus últimos tons alaranjados
e o sol morre num suspiro de acordar a Lua...
Pequenas e breves ventanias abraçam as horas
que se esvaem desertas...
A noite toma silenciosamente o seu lugar
e os sonhos dentro dela acontecem..."
Sonia Pallone
Imagens: Miranda The Tempest, John Waterhouse
domingo, 21 de dezembro de 2014
Eliane
Confira outros poemas da grande Eliane Alcantara em http://www.eliane_alcantara.blogger.com.br/
http://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=637
http://elianealcantara.zip.net
terça-feira, 25 de novembro de 2014
IMPRENSA ALTERNATIVA
UBERLÂNDIA, MINAS GERAIS
PRÓ-DONS ,O JORNAL DA POESIA
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No post de hoje, poemas extraídos da publicação alternativa "Pró-Dons, O Jornal Da Poesia", editado em Uberlândia, MG. Filiado à Febac.
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ANTES, SIMPLES EMPREGADO
Arlindo Nóbrega
Antes, simples empregado
agora virou patrão
Mas, alguém desconfiado,
só lhe taxa de ladrão
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DIAS FELIZES
Janice Martins de Castro Santos
Nesse deserto, eu sinto
alguém olhando prá mim.
Muitas vezes,eu sou uma.
Outras, sou outra. Uma na outra.
No tempo, comanda Deus e eu,
Mais um dia que inicia..
Imensas bênções.
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AS JANELAS DO VIVER
Angelo Augusto Ferreira
Não existe hora, minuto, segundo
Que determinem o acontecer, sem prever
A vida comparável à um grande casarão
Abre a janela e surge o acontecer
A nova visão..
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NÃO TE EXPRESSO, EM VERDADE
Oefe de Souza
Não te expresso em verdade
Um simples bem passageiro
Pois quero é felicidade
Cercando teu ano inteiro
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PRÓ-DONS, O JORNAL DA POESIA, é um periódico literário, distribuido gratuitamente aos grupos de amigos apreciadores da poesia. Projeto Fundação Casa do Poeta em Uberlândia, MG.
Filiado à Federação Brasileira de Alternativos Culturais
Seu editor é Angelo Augusto Ferreira ( pseudônimo), detentor de muitos prêmios em literatura. Pertence a vários entidades literárias no país.
Contato: Angelo Augusto Ferreira - CP 4515 - 38408-971 - Uberlândia, MG
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
CONCURSO DE CONTOS E POEMAS - PRÊMIO FLOR DO IPÊ
O 1º Concurso Nacional de Contos e Poemas - Antologia 2015 - Prêmio Flor do Ipê, já esta com as inscrições abertas e termina no dia 30/01/2015.
Realização : DEPECAC – Departamento Editorial do Campus Catalão da Universidade Federal de Goiás e o Departamento de Letras da Universidade Federal de Goiás – Regional Catalão, com o apoio da Coordenação de Extensão e Cultura
Cada proponente poderá submeter 1 obra de cada gênero, sendo conto de até 10 páginas e poema de até 3 páginas.
O concurso abrange as categorias infanto-juvenil e adulto.
Para mais informações :
http://www.depecac.catalao.ufg.br
concursoflordoipe@gmail.com
(64) 3441-5351
www.facebook.com/depecac.ufg
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
A LUA ME DISSE
Essa madrugada, a lua me sorriu,
com o mesmo sorriso que abres quando me olhas.
Preguiçosa, no céu,
esticou braços invisíveis,
como teus braços,
quando enlaçam meu corpo
envolvendo minha pequena estrutura,
na imensidão do teu peito.
Inquietas,
as pernas se expandiam no firmamento,
procurando, incessante minhas pernas,
e num balé esquisito, pareciam dançar.
Sorriso no rosto redondo,
braços e pernas,
perdidos na imensidão dos pensamentos,
na minha memória remota,
na minha memória recente,
a confundir meus pensamentes,
a fundir os corpos,
misturando realidade e fantasia,
alimentando o desejo incessante,
que não descola.
A lua, permanecia em seu lugar,
imóvel aos meus olhos,
mas articulada em meus pensamentos,
perdidos em você.
Valentina Fraga
Ilustração: Auréa Seganfredo , A Lua dos Amantes
http://aureaseganfredo.blogspot.com.br/
Confira os textos da grande Valentina Fraga, publicados no site Usina de Letras, entre eles, artigos, cartas, contos, crônicas, ensaios, erótico,frases, humor, letras de música ,poesias , textos religiosos, em
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=valentina
e no blog Valentina Fraga, Contos e Poesia , http://valentinafraga.blogspot.com.br/
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
TROVA Nº 069
A dor física, doutor,
facilmente se suporta.
Mas uma tal "dor de amor",
nem anestesia corta.
Pedro Giusti
in: http://pedrogiusti.blogspot.com.br
Ilustração: Luiz Pinto, "Cadeira azul"
domingo, 5 de outubro de 2014
NEON
Silêncio!...
Esse fosso selado
Reconduz
A plenos pulmões
Ao lado esquerdo
Que azul, azul
Sobrevoa a vertigem:
Escrutínio equânime,
Ladeira íngreme
Escarolando a interna turquesa.
Unidade totalitária:
Sanguessuga que emana
Do imo,
Entorpecente argúcia
Que me fala ainda mais límpida
Na luz cor de aço,
Flutuando,
Ampliado de minúcias.
Meus estilhaços:
Percepções sensoriais e fluxos,
Rubro-negros algodões cinzentos,
São como sombras entalhadas nas rochas
Submersas no redemoinho da memória
Para sempre emergindo lucernas.
Adriana Manarelli
Ilustração: José Silva - "Estilhaços"
Outros poemas de Adriana Manarelli podem ser encontrados no blog do meu amigo Everi Carrara , escritor e advogado de Araçatuba/SP - http://jornaltelescopio.blogspot.com/
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
INTERCÂMBIO - CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
No post de hoje, poemas extraídos de correspondência enviada para o fanzine Versos Livres. Contato: touche.sp@uol.com.br
CAVALGADA
Sônia Maria Carriel Brandão
Faço um cavalo
de vento e vertigem.
Vagamos pela noite,
subimos juntos a montanha.
Ele
cheirando o silêncio,
passando os sonhos entre as pedras.
Eu,
bebendo a vida,
fartando-me de estrelas
Extraído do livro " O Gênero Literário", 3º Prêmio Literário Sérgio Farina, São Leopoldo, RS, Carta Editora.
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ESTA SAUDADE
Manuel Maria Ramirez y Anguita
Esta saudade que vem
e canta, quando não deve
Relembra a ausência de alguém
cantando o amor que foi breve !
in: O Patusco, nº 100, editado por João Batista Serra, Caucaia,CE
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NATALINOS
Larí Franceschetto
Quero Natal mesa nutrida de amor,
Olhar-nos nos olhos sem mágoas
Natal de flores mais nas mãos desarmadas.
De menos armas acionadas
Mais filhos perto dos pais.
Luares em todo beco, em toda praça,
De janelas e portas abertas, iluminadas.
Cadeiras na calçada
Onde sentem-se supostos inimigos
Para trégua de ambição.
Oh, Deus-Menino
Nos indique o caminho da essência de tudo
O pão repartido, verdadeiro sentido
De um mundo mais justo.
in memoriam
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A AMIZADE
Maria Theresa Cavalheiro
A amizade não se faz
de elogio passageiro.
Quem censura e traz a paz
é um amigo verdadeiro
Extraído da folha cultural "O Literário", nº 816, Rio de Janeiro, RJ, editado por Osaeal de Carvalho.
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PRIMAVERA
Eunice Mendes
Por tão nada sou feliz.
Um pouco de sol no mato
um beijo bom de língua
uma porção de risos.
Se houver um céu aberto,
mais feliz serei ainda....
Do jornal "O Capital", jornal de resistência ao ordinário, editado por Ilma Fontes, Aracaju, SE .
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
LIVROS RECEBIDOS
No post de hoje, poemas extraídos do livro " Além dos Ditos Poemas", de Luiz Antonio de Souza Salvia, enviado,pelo autor, para a redação do fanzine Versos Livres
QUANTO COBRO ?
Luiz A.S. Salvia
Então pergunta você
Quando cobro para publicarem meus escritos ?
Não,não digo o valor . "Caridade parece
palavra de pobre, mas haverá virtude mais nobre ?"
Resposta: tolerância e humildade.
Na "hora" do dízimo numa igreja, a música
"Oferto a Deus a alegria"
in: " Além dos Ditos Poemas"
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BRILHO DE SURPRESA
Luiz A.S. Salvia
Ouve, acontece alguma radiação luminosa.
Ao mesmo tempo, eis que você acende e apaga uma luz.
E, no mesmo instante, você move algo.
Eis que, por acaso, você apaga e acende uma luz e vice versa.
Mas, a qual tempo a variação luminosa ?
in: " Além dos Ditos Poemas"
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TUDO É NADA
Luiz A.S. Salvia
Disseram:
"- Todo o mundo é um nada".
Entre o todo e o nada existe uma camplexidade
de acontecimentos. Simplificado a diversos princípios.
Mas, numa única verdade?
in: " Além dos Ditos Poemas"
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FÔLEGO PRÓDIGO
Luiz A.S. Salvia
Tem prodígio que perde o fôlego.
Isto, na averiuação ou comprovação em ser realizado.
Nem mais um suspiro, e já está pronto.
No sinal anterior de fazê-lo .
in: " Além dos Ditos Poemas"
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ALGUMAS DIVERSAS
Luiz A.S. Salvia
Muitas vezes, perder a essência do sonho.
Quando despertar, porque esqueceu seus princípios ?
Quando a sabedoria do sub mundo auxilia, ajuda,
a classe "dominante".
Pode chamar o terapeuta de professor ?
Mas, muitas vezes, o paciente é o confessor !
É, aprendemos e ensinamos, com os erros dos outros
in: " Além dos Ditos Poemas"
-
O livro "Além dos Ditos Poemas", é uma edição independente, editado em Curitiba, em 2005, com 53 páginas.
Saiba mais em http://www.terceiramargem.com/poesia/10-a-poetica-do-inconsciente-
Contato com o autor : Editora Terceira Margem - http://www.terceiramargem.com.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
ND EKO PORAN ?
Ninguém mais me diz
que tenha lido um livro de poesia.
Que saiba recitar uma sequer frase
de Cecília Meirelles ou de Drummond.
Nem isto, nem aquilo.
Só o crime do dia anterior
Renovado pelo de agora.
Só o sequestro bem sucedido
Ou o bebê oferecido num ritual satânico.
Meu amigo de coração pueril
quando de passeio,
desembarcou em São Paulo
Perquirindo se todo aquele ajuntamento
era sinal de briga.
Era São Paulo, incansável e cosmopolita.
De onde veio meu amigo,
Gente só junta
Quando vaca brava invade a rua,
Quando cachorro doido morde
criança indefesa
Ou lobisomem sai da toca,
esquecendo que não chegou agosto
Tom
A frase "Nd Eko Poran" significa "Você está bem ?", em tupi- guarani.
Ilustração : Miguel Angelo
http://ateliemiguelangelo.blogspot.com.br/
Saiba mais sobre o poeta Tom em http://letrastaquarenses.blogspot.com.br/2014/04/tom-tomzine-de-frei-gaspar-para-os.html
Confira outros poema do grande poeta de Frei Gaspar em https://tomzine24.wordpress.com/





