No post de hoje, trago
poemas do paraense Nato Azevedo, publicados no fanzine Versos Livres. Espero
que gostem.
em mil tons de claro e escuro
a foto é belo passado
presente em nosso futuro
a foto é belo passado
presente em nosso futuro
Nato Azevedo
In: Versos Livres 16
In: Versos Livres 16
-
Destino
Como o Rei dos Judeus,em priscas eras
- condenado por falar a Verdade -
sou também vitimado por quimeras,
agindo entre os demais com lealdade.
- condenado por falar a Verdade -
sou também vitimado por quimeras,
agindo entre os demais com lealdade.
Doa a quem for,Traição e
Falsidade
não me têm em seus braços de megeras,
pois não fala em meus atos a vaidade
de quem opta em dizer loas não veras
não me têm em seus braços de megeras,
pois não fala em meus atos a vaidade
de quem opta em dizer loas não veras
Me dôo,a cada passo,do meu
jeito
e,ao fim do dia, deito-me no leito,
tendo sido com cada um o mesmo.
e,ao fim do dia, deito-me no leito,
tendo sido com cada um o mesmo.
Vou com sinceridade -
desde a aurora
até o poente - a vida toda, embora
caminhe sem amigos, só...a êsmo !
até o poente - a vida toda, embora
caminhe sem amigos, só...a êsmo !
Nato
Azevedo
in: versos 22
in: versos 22
Carioca de 1º/10/1952, faço poesias desde os 15 anos e contos
& crônicas a partir de l988, tendo publicado mais de 50 textos nos jornais
de Belém e Ananindeua, cidade vizinha.
Membro da UBT-Belém (União Bras. de Trovadores) e da ALA-A (Assoc. de Letras e Artes de Ananindeua) fui vencedor em 9 concursos nacionais de poesia/contos, tenho 51 Menções Honrosas em eventos literários de vinte cidades em 11 Estados e 295 textos em jornais culturais e revistas de 52 cidades em 9 Estados.
Estou em 14 coletâneas literárias de 4 Estados, principalmente em obras da IGAÇABA Prod. Culturais, da cidade de Roque Gonzales/RS. Sou compositor de MPB, sambas e rocks sem maiores méritos, fazendo também versões de hits de grandes bandas roqueiras.
Lancei artesanalmente (Edição do Autor, em xerox) PALAVRAS AO VENTO, livreto de poemas & canções com mais de 80 cópias, em 4/1986; coordenei a coletânea com 16 poetas de Vigia/PA, "Livrencontro", em fev./1987, com mais de 200 cópias e editei "QUASE NADA...""miscelânea" com 60 exemplares, em 9/1988.
A partir de dez.1999 produzi o folheto "Jardim de Trovas" nº 0 e 1 (este em nov./2000) e o nº 2, hoje com mais de 500 cópias já enviadas para todo o país, desde junho/2002.
Entre 1990/92 organizei shows anuais em teatros de Belém com artistas de Ananindeua, além de fundar (em 1988, com meu irmão gêmeo Renato) e presidir o CCCP - Centro Cultural de Capoeira do Pará, controverso marco extinto em 6/1992, no qual expedi mais de 300 ofícios diversos defendendo uma visão artítisca dessa luta.
Aguardo a futura (?!) publicação de "QUASE NADA...", estreando como contista e registro as minhas memórias em "AQUELAS TARDES TRISTES...", com cenas da infância no Sul (PR/SC) e "momentos" amazônicos.( in: Overmundo)
Membro da UBT-Belém (União Bras. de Trovadores) e da ALA-A (Assoc. de Letras e Artes de Ananindeua) fui vencedor em 9 concursos nacionais de poesia/contos, tenho 51 Menções Honrosas em eventos literários de vinte cidades em 11 Estados e 295 textos em jornais culturais e revistas de 52 cidades em 9 Estados.
Estou em 14 coletâneas literárias de 4 Estados, principalmente em obras da IGAÇABA Prod. Culturais, da cidade de Roque Gonzales/RS. Sou compositor de MPB, sambas e rocks sem maiores méritos, fazendo também versões de hits de grandes bandas roqueiras.
Lancei artesanalmente (Edição do Autor, em xerox) PALAVRAS AO VENTO, livreto de poemas & canções com mais de 80 cópias, em 4/1986; coordenei a coletânea com 16 poetas de Vigia/PA, "Livrencontro", em fev./1987, com mais de 200 cópias e editei "QUASE NADA...""miscelânea" com 60 exemplares, em 9/1988.
A partir de dez.1999 produzi o folheto "Jardim de Trovas" nº 0 e 1 (este em nov./2000) e o nº 2, hoje com mais de 500 cópias já enviadas para todo o país, desde junho/2002.
Entre 1990/92 organizei shows anuais em teatros de Belém com artistas de Ananindeua, além de fundar (em 1988, com meu irmão gêmeo Renato) e presidir o CCCP - Centro Cultural de Capoeira do Pará, controverso marco extinto em 6/1992, no qual expedi mais de 300 ofícios diversos defendendo uma visão artítisca dessa luta.
Aguardo a futura (?!) publicação de "QUASE NADA...", estreando como contista e registro as minhas memórias em "AQUELAS TARDES TRISTES...", com cenas da infância no Sul (PR/SC) e "momentos" amazônicos.( in: Overmundo)













