No post de hoje, trago
poemas do paraense Nato Azevedo, publicados no fanzine Versos Livres. Espero
que gostem.
Arco-íris
encantado
em mil tons de claro e escuro
a foto é belo passado
presente em nosso futuro
Nato Azevedo
In: Versos Livres
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-
Destino
Como o Rei dos Judeus,em priscas eras
- condenado por falar a Verdade -
sou também vitimado por quimeras,
agindo entre os demais com lealdade.
Doa a quem for,Traição e
Falsidade
não me têm em seus braços de megeras,
pois não fala em meus atos a vaidade
de quem opta em dizer loas não veras
Me dôo,a cada passo,do meu
jeito
e,ao fim do dia, deito-me no leito,
tendo sido com cada um o mesmo.
Vou com sinceridade -
desde a aurora
até o poente - a vida toda, embora
caminhe sem amigos, só...a êsmo !
Nato
Azevedo
in: versos
22
Carioca de 1º/10/1952, faço poesias desde os 15 anos e contos
& crônicas a partir de l988, tendo publicado mais de 50 textos nos jornais
de Belém e Ananindeua, cidade vizinha.
Membro da UBT-Belém (União Bras. de Trovadores) e da ALA-A (Assoc. de Letras e
Artes de Ananindeua) fui vencedor em 9 concursos nacionais de poesia/contos,
tenho 51 Menções Honrosas em eventos literários de vinte cidades em 11 Estados
e 295 textos em jornais culturais e revistas de 52 cidades em 9 Estados.
Estou em 14 coletâneas literárias de 4 Estados, principalmente em obras da
IGAÇABA Prod. Culturais, da cidade de Roque Gonzales/RS. Sou compositor de MPB,
sambas e rocks sem maiores méritos, fazendo também versões de hits de grandes
bandas roqueiras.
Lancei artesanalmente (Edição do Autor, em
xerox) PALAVRAS AO VENTO, livreto de poemas & canções com mais de 80
cópias, em 4/1986; coordenei a coletânea com 16 poetas de Vigia/PA,
"Livrencontro", em fev./1987, com mais de 200 cópias e editei
"QUASE NADA...""miscelânea" com 60 exemplares, em 9/1988.
A partir de dez.1999 produzi o folheto
"Jardim de Trovas" nº 0 e 1 (este em nov./2000) e o nº 2, hoje com
mais de 500 cópias já enviadas para todo o país, desde junho/2002.
Entre 1990/92 organizei shows anuais em teatros
de Belém com artistas de Ananindeua, além de fundar (em 1988, com meu irmão
gêmeo Renato) e presidir o CCCP - Centro Cultural de Capoeira do Pará,
controverso marco extinto em 6/1992, no qual expedi mais de 300 ofícios
diversos defendendo uma visão artítisca dessa luta.
Aguardo a futura (?!) publicação de "QUASE
NADA...", estreando como contista e registro as minhas memórias em
"AQUELAS TARDES TRISTES...", com cenas da infância no Sul (PR/SC) e
"momentos" amazônicos.( in: Overmundo)